Rasga a imundice
A imobilidade desse corpo que morre
Resolve a desesperança
E arranca na marra a dor da sanidade.
Envolve meu ser em um manto
Na eterna disputa de quem chora menos
Na eterna luta temporária...
Na eterna incerteza da dor absoluta!
Eu sou assim e daí? Quem não é?
E quanto sangue já não lavou a tua alma?
E quantas máscaras você já não usou de escudo?
A guerra, a guerreira a criança!
O medo embocado no mais sutil e inescrupuloso peito.
Do ranger à súplica de socorro.
O grito que não se ousa.
Hálito de se ser humano
Gostou? Então vai lá dar uma conferida:
Autor: Aline Stechitti
Postado por: Lara
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